Violência de gênero contra jornalistas

Dados sobre os ataques com viés de gênero e casos que vitimaram mulheres no Brasil em 2022

Outros tipos de agressão

Em porcentagem de ocorrências

1º

Ameaças, intimidação e ciberameaças

26.6%
2º

Agressões físicas

13.3%
3º

Assédio sexual

6.6%
4º

Destruição de equipamentos

3.3%
5º

Processos civis e penais

3.3%
  • 1
  • 2
  • A violência no mapa

    As regiões em que os ataques foram mais recorrentes

    SudesteCentro-OesteSulNordesteNorteNão se aplica43.3%26.6%10.0%6.6%3.3%10.0%

    Perfil das vítimas

    Do total de casos registrados, as ocupações das vítimas eram:

    Repórteres ou analistasFotógrafos ou cinegrafistasEditores ou membros de diretoriaRepórteres ou analistas20406080Fotógrafos ou cinegrafistas20406080Editores ou membros de diretoria2040608093.3%3.3%6.6%

    Meios de comunicação

    Os tipos de veículos em que vítimas trabalham, calculado sobre o número de casos

    1º

    Televisão

    43.3%
    2º

    Jornal (nativo impresso)

    33.3%
    3º

    Jornal (nativo digital)

    13.3%
    4º

    Rádio

    6.6%
    5º

    Outros

    6.6%
  • 1
  • 2
  • Em %

    Gênero das vítimas

    Sobre número de casos

    Mulher | 96.6%Homem | 3.4%Não-binário | 0%Não se aplica | 0%
    96.6% | Mulher (desses, 0% são trans)3.4% | Homem0% | Não-binário0% | Não se aplica

    Cor das vítimas

    Sobre número de casos

    BrancaNegraIndeterminada80.0%3.3%16.6%

    Quem são os agressores

    Do total de casos, os atores que mais atacaram jornalistas e comunicadoras foram:

    1º

    Estatal

    50%
    2º

    Não estatal

    40%
    3º

    Não identificado

    36.6%
    %

    Os dados aqui apresentados foram coletados e processados seguindo uma metodologia específica que pode ser acessadaaqui. Também é possível baixar a base de dadosaqui.

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